Asociación Latinoamericana de Ciencia Política

O assédio do Banco Mundial à educação pública e a resistência estudantil no Brasil

No Brasil, após o golpe de 2016, se intensificam as estratégias para desobrigar o Estado de seu dever constitucional com o ensino público, gratuito, laico e de qualidade. O governo congela as verbas da educação por 20 anos e propõe uma reforma do ensino médio.

A quem interessa e qual a origem destas iniciativas? Reflito sobre estas questões a partir da intervenção do Banco Mundial no ensino médio. Analiso o ideário conservador que embasa a contrarreforma educacional e o protesto estudantil contra o projeto neoliberal. Impressiona a rotina de aprendizado, debate e atividades dos secundaristas para manter as escolas funcionando.

AUTORES

Martins, Mônica Dias

Año

2019

PAIS

Brasil

Institución

Universidade Estadual do Ceará (UECE)

Área temática

Derechos Humanos y Reformas Constitucionales

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